SÉ CATEDRAL DE BISSAU

Nossa Senhora da Candelária

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Intercâmbio Com o Grupo Coral de Thies, Senegal

Por Carlos Emerson da Silva
Fotos: Policiano Gomes


Foto da Catedral

Intercâmbio Com o Grupo Coral de Thies, Senegal

No quadro da sua programação anual, o grupo de coro da Igreja "Saint Anne de Thies", deslocou-se, no passado dia 29 de Junho de 2016, do Senegal para Guiné-Bissau para um intercâmbio com o seu congénere da Paróquia de Nossa Senhora da Candelaria, Sé Catedral de Bissau.


O referido intercâmbio decorreu, de 29 de Junho à 05 de Julho de 2016, na paróquia de nossa senhora da candelaria de Bissau e durante o evento, os dois coros realizaram varias actividades comuns para fortalecer os laços de amizade e tirar o m´ximo possível de proveito da experiência que cada um possui. Foi neste ambito que os dois coros realizaram no dia 01 de Julho de 2016, um concerto que também contou com a presença do grupo coral de São Francisco de Assis de Brá.


O concerto foi assistido por centenas de fiéis da Paróquia anfitriã bem como outros vindos de diferentes paróquias da capital.


Durante o concerto o responsável maximo do grupo de coral da "Sainte Anne de Thies", Mr Ndione, falou do objectivo deste intercâmbio que é o de "vir conhecer Guiné-Bissau e de se abrir aos países da sub-região", informou.


Quando foi perguntado do que espera receber concretamente da parte dos anfitriões, respondeu:


"Mais uma vez eu diria, a comunhão entre os dois corais, entre as duas paróquias, somos da Catedral de Sainte Anne (de Thies) viemos à Catedral (Nossa Senhora da Candelária), portanto, a comunhão entre os dois coros."


Contudo, foi a primeira visita do genero a Bissau, este responsável não deixou de mostrar satifasção pela forma como foram acolhidos:


"A recepção foi muito boa, o coro (anfitrião) nos recebeu desde anteontem, no dia anterior fizemos uma visita à Cacheu, e foi muito bom".


Por ultimo quando foi perguntado qual seria a mensagem que gostaria de deixar ao povo guineense respondeu o seguinte:


"Para mim pessoalmente, eu diria que todos nós africanos devemos ser um, seja guineense, gambiano ou maliano que sejamos um. Se fossemos um, penso que África iria pela frente."